Domingo, 1, LAGUNA, Sharunas Barthas, 102', M/12
Domingo, 8, VALOR SENTIMENTAL, Joachim Trier, 133', M/12
Domingo, 15, SORRY, BABY, Eva Victor, 103',M/14
Domingo, 22 , MARTY SUPREME, Josh Safdie, 150', M/14
Domingo, 29, COMPLÔ, João Miller Guerra, 85', M/14
Parceria Plano Nacional das Artes/ Bienal Cultura Educação
Entrada Livre
Cineclube de Vila do Conde
Sessões semanais todos os Domingos às 16h00 e 21h30 no
Teatro Municipal de Vila do Conde.
Sócios: 6€/mês (acesso livre a todas as sessões)
Não Sócios: 4,5€/sessão
email: cineviladoconde@gmail.com
Domingo 1, LAGUNA
LAGUNA, Sharunas Barthas, 102’, M/12, Elenco: Ina Marija Bartaité , Sharunas Bartas , Una Maria Bartaite
Neste drama sobre a memória, o luto e a fragilidade da vida, o lituano Šarūnas Bartas – também autor de “Geada” (2017) e “Na Penumbra” (2019) – parte em direcção à cidade costeira de Ventanilla Lagoon (México), local onde tinha vivido Ina Marija Bartaite, a sua filha mais velha, antes da sua morte em Abril de 2021, na Lituânia.
Acompanhado por Una Marija, a filha mais nova, percorre não apenas o lugar onde Ina passou os últimos dias da sua vida, mas também o território íntimo do próprio luto. Ao cruzarem-se com algumas pessoas da região, pai e filha deparam-se com pequenos fragmentos que reconstroem alguns momentos da vida dela.
Domingo 8, VALOR SENTIMENTAL
VALOR SENTIMENTAL de Joachim Trier, 133’, M/12, Título Original: Sentimental Value, Elenco Elle Fanning , Renate Reinsve , Inga Ibsdotter Lilleaas , Stellan Skarsgård
Depois da morte da mãe, as irmãs Nora e Agnes deparam-se com o regresso de Gustav, o pai de ambas, à cidade de Oslo, de onde partiu alguns anos antes, na sequência do divórcio. Realizador famoso, mas com a carreira suspensa há algum tempo, Gustav sempre manteve com as filhas uma relação distante e difícil.
Ao oferecer a Nora, actriz de teatro, o papel principal num filme cujo argumento se baseia na história da sua própria mãe, Gustav desperta memórias dolorosas e ressentimentos provocados pela sua ausência. Quando ela recusa a proposta, a escolha recai sobre Rachel Kemp, uma jovem estrela de Hollywood. Mas essa decisão não vai ajudar a cicatrizar as feridas ainda abertas.
Domingo, 15, SORRY, BABY
SORRY, BABY, Eva Victor, 103’,M/14, Título Original: Sorry, Baby, Realizado por: Eva Victor
Elenco: Naomi Ackie , Louis Cancelmi , Eva Victor , Kelly McCormack
Agnes é uma jovem professora universitária ainda marcada por um acontecimento traumático ocorrido há três anos. À medida que tenta reerguer-se, encontra apoio em Lydie, a sua melhor amiga, através dos gestos simples do dia-a-dia. Entre silêncios e conversas partilhadas com aqueles que lhe querem bem, o filme acompanha os seus esforços para recuperar o controlo da própria vida.
Domingo 22 , MARTY SUPREME
MARTY SUPREME de Josh Safdie, 150’, M/14
O argumentista Ronald Bronstein e o realizador Josh Safdie, que já tinham colaborado em “Vão-me Buscar Alecrim” (2009), “Heaven Knows What” (2014), “Good Time” (2017) e “Diamante Bruto” (2019), inspiram-se na vida de Marty Reisman (1930-2012).
Aqui com o apelido Mauser e interpretado por Timothée Chalamet, num papel que lhe valeu o Globo de Ouro e o Critics Choice Award, o filme conta uma história de determinação, talento e obsessão. Marty, um simples e determinado vendedor de sapatos, revela-se um prodigioso jogador de pingue-pongue, fazendo história no desporto e transformando-se numa lenda dos torneios profissionais e clandestinos, assim como nos constantes confrontos com as autoridades.
Domingo, 29, COMPLÔ
COMPLÔ, ,João Miller Guerra, 85’, M/14
Filho de mãe são‑tomense e de pai cabo‑verdiano, Bruno Furtado, conhecido artisticamente como Ghoya, é um “rapper” e activista nascido no bairro das Fontaínhas, na Amadora. Com um passado de pobreza e exclusão, destaca-se por integrar o crioulo cabo‑verdiano e outros elementos afro-portugueses nas letras das suas canções, contando histórias sobre discriminação, exclusão social, violência policial, requalificação forçada de bairros e o legado colonial português. “Complô” é um retrato de Ghoya enquanto artista e enquanto homem que não deixa de parte o período de uma década em que esteve recluso, mostrando como a prisão se tornou um lugar de resistência, inspiração e denúncia.
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