POL/GB/FRA, 2018, Cores, 88 min.
Título original: Cold War // De: Pawel Pawlikowski // Com: Joanna Kulig, Tomasz Kot, Borys Szyc
Vencedor do prémio para Melhor Realizador na edição de 2018 do Festival de Cannes, o sexto filme do polaco Pawel Pawlikowski é livremente inspirado na relação entre os pais do realizador. Rodado a preto e branco, centra-se em duas pessoas que são oriundas de meios muito diferentes e têm personalidades que não condizem uma com a outra. O romance desenvolve-se em plena Guerra Fria, pela Europa, entre a Polónia, Berlim, a Jugoslávia e Paris.
Sessões semanais todos os Domingos às 16h00 e 21h30 no
Teatro Municipal de Vila do Conde.
Sócios: 6€/mês (acesso livre a todas as sessões)
Não Sócios: 4,5€/sessão
email: cineviladoconde@gmail.com
THELMA, Domingo 18
DIN/FRA/NOR/SUE, 2017, Cores, 116 min.
Título original: Thelma // De: Joachim Trier // Com: Eili Harboe, Kaya Wilkins, Ellen Dorrit Petersen
Género: Drama, Terror, Thriller // Classificação: M/16
Thelma (Eili Harboe) é uma jovem tímida que sempre viveu numa pequena localidade rural da Noruega. Quando ingressa no curso de Biologia na Universidade de Oslo, vê-se sozinha pela primeira vez. Um pouco assustada com a sua nova vida, descobre em Anja (Kaya Wilkins) o apoio de que necessita. Mas, à medida que se desenvolve uma relação amorosa entre as duas raparigas, Thelma descobre em si inesperados poderes paranormais que afectam não só a própria saúde, mas tudo em seu redor.
Com estreia internacional no Festival de Cinema de Toronto (Canadá), um "thriller" sobrenatural realizado por Joachim Trier, que escreve o argumento em parceria com Eskil Vogt, tal como acontecera nos seus filmes anteriores: "Reprise" (2006), "Oslo, 31 de Agosto" (2011) e "Ensurdecedor" (2015).
A abrir a sessão a curta "A Estranha Casa na Bruma", escrita, realizada e produzida por Guilherme Daniel.
FAHRENHEIT 11/9, Domingo 25
EUA, 2018, Cores, 128 min.
Com argumento e realização do polémico documentarista norte-americano Michael Moore - autor de "Bowling for Columbine" (que lhe valeu um Óscar em 2003), "Fahrenheit 9/11", “Sicko”, “Capitalismo: Uma História de Amor” ou “E Agora Invadimos o Quê?” - este filme é uma reflexão sobre a inesperada eleição de Donald Trump à presidência dos EUA. Moore tenta responder ao porquê dos norte-americanos se terem colocado nesta situação, sugerindo o que poderá ser feito para a mudar. Estreado no Festival de Cinema de Toronto, 14 anos depois da estreia de outro documentário de Moore,a “Fahrenheit 9/11” (que aludia ao 11 de Setembro de 2001), o realizador faz uma referência clara e provocadora, à data em que, no ano de 2016, Trump se tornou Presidente dos EUA
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