SE AS MONTANHAS SE AFASTAM Domingo 04

China, 2015, Cores, 131 min.

Título original: Shan he gu ren // De: Jia Zhang-ke // Com: Zhao Tao, Zhang Yi, Liang Jing Dong //
Género: Drama // Classificação: M/12

Uma história em três momentos - 1999, 2014 e 2025 – sobre Tao, uma mulher dividida entre dois pretendentes: Zhang e Liang. O primeiro é o promissor proprietário de uma estação de serviço; o segundo trabalha numa mina de carvão. A decisão de Tao, em 1999, vai ter repercussões definitivas na sua vida, que acompanharemos em 2014 e 2025.
Depois do sucesso de “Plataforma” (2000), “Still Life - Natureza Morta” (2006), “24 City” (2008) ou “China - Um Toque de Pecado” (2013), este filme é a oitava longa-metragem do realizador Jia Zhang-ke. A obra pretende ser uma reflexão sobre uma China em profunda mutação e a emigração como a promessa de uma vida melhor. O elenco conta com Zhao Tao, Zhang Yi, Liang Jingdong, Dong Zijian e com a participação especial de Sylvia Chang.

CHEVALIER Domingo 11

GRE, 2015, Cores, 105 min.

Título original: Chevalier // De: Athina Rachel Tsangari // Com: Vangelis Mourikis, Nikos Orphanos, Yorgos Pirpassopoulos // Género: Comédia // Classificação: M/12

Seis homens encontram-se num luxuoso iate, numa aventura piscatória pelo mar Egeu. Para matar o tédio, decidem iniciar um jogo onde vão competir entre si em absolutamente todas as áreas. Aqui qualquer comparação é válida e tudo o que de mais trivial possam executar durante a viagem será transformado em pontos que serão acumulados ou subtraídos. No final, quando o concurso estiver terminado e eles forem escrutinados até à exaustão, apenas um sairá vencedor e ostentará, orgulhosamente, um anel com o carimbo de “Chevalier”. A pressão que cada um sente em tornar-se vencedor vai levá-los ao limite, criando inseguranças inesperadas e inimizades difíceis de ultrapassar…
Estreada, em 2015, no Festival de Cinema de Locarno (Suíça), esta é uma comédia onde a rivalidade masculina é levada ao absurdo. A realização fica a cargo da grega Athina Rachel Tsangari (“Attenberg”) segundo um argumento seu e de Efthymis Filippou. O elenco conta com a participação de Yiorgos Kendros, Panos Koronis, Vangelis Mourikis, Sakis

O DIA MAIS CURTO Domingo 18

Pelo quarto ano consecutivo O Dia Mais Curto, a grande festa da curta-metragem, está de regresso a Portugal. Em 2016 a iniciativa estende-se a todo o mês de dezembro com sessões para toda a família em várias cidades do país.
Todos os anos, por volta do dia 21 de dezembro, o hemisfério norte entra na estação mais fria devido ao Solstício de Inverno, naquele que é o dia mais curto do ano. Este fenómeno astronómico inspirou a criação da festa que celebra o cinema no formato curto: O Dia Mais Curto. A ideia, que nasceu em França em 2011, rapidamente alcançou uma dimensão internacional sendo, atualmente, celebrada em simultâneo em dezenas de países. Em Portugal, o evento é organizado pela AGÊNCIA DA CURTA METRAGEM e vai percorrer novamente o país de norte a sul, passando também pelos arquipélagos.

NOVEMBRO 2016

Em cada sessão será exibida uma curta metragem de animação no âmbito da Festa Mundial da Animação - Prémio Cartoon d'0r

Domingo 06:
LIKE, Daniel Martinéz Lara & Rafa Cano Méndez, ESP, 8' + 
O ORNITÓLOGO, Com:João Pedro Rodrigues, Paul Hamy, Chan Suan Género:Drama BRA/POR/FRA

Domingo 13:
 MACHINE, Sunit Parekh, DIN, 19' + 
CARTAS DA GUERRAIvo M. Ferreira, 105'

Domingo 20:
PERIPHERIA, David Coquard - Dessau, 12' +
JULIETA, Pedro Almodóvar, 99'

Domingo 27:
UNDER YOUR FINGERS, Marie-Christine Coutès, FR, 12' +
YÚL E A SERPENTE, Gabriel Harel, FR, 13', Vencedor Cartoon d’0r 2016 +
CAFÉ SOCIETY, Woody Allen. 96'

O ORNITÓLOGO Domingo 06

like, Daniel Martinéz Lara & Rafa Cano Méndez, ESP, 8’ +

O ORNITÓLOGO
BRA/POR/FRA

Com:João Pedro Rodrigues, Paul Hamy, Chan Suan | Género:Drama

Há aquele momento em Morrer como um Homem (2009), anterior longa-metragem de João Pedro Rodrigues (A Última vez que Vi Macau, de 2012, é realizado pela dupla João Pedro e João Rui Guerra da Mata), em que o filme parte em viagem. Há uma canção de António Variações, e com ela o melodrama desfaz-se no contacto com a natureza. Como se aguentasse e arriscasse entregar-se. Seguramente um dos mais sublimes pedaços de cinema que João Pedro filmou, aquela intromissão da noite dos gambozinos e de lua cheia que durava o tempo de uma canção, Calvary, de Baby Dee, ficava como possibilidade de fuga. Como um filme que Morrer como um Homem gostava de ter sido (como o filme que gostávamos que fosse...).

CARTAS DA GUERRA Domingo 13

Machine, Sunit Parekh, DIN, 19’ +

CARTAS DA GUERRA
POR, 2016, Cores, 105 min

Título original: Cartas da Guerra || De: Ivo M. Ferreira || Com: Miguel Nunes, Margarida Vila-Nova, Ricardo Pereira || Género: Drama

Ano de 1971. António (Miguel Nunes), de 28 anos, é incorporado no exército português para servir como médico numa das piores zonas da Guerra Colonial, no Leste de Angola. Longe de Maria José (Margarida Vila-Nova), a mulher amada que se viu obrigado a deixar, ele vai matando as saudades através de longas cartas que durante dois anos lhe escreve. Através delas, o espectador vai conhecendo o homem solitário por detrás do soldado, as suas angústias, desejos e esperanças. Com o passar do tempo, António apaixona-se por África e toma posições políticas…