FRA, 2015, Cores, 108 min
De: Jacques Audiard // Com: Jesuthasan Antonythasan, Kalieaswari Srinivasan, Claudine Vinasithamby // Género: Drama
Sivadhasan, um ex-guerrilheiro tamil, vê-se obrigado a fugir da Guerra Civil do Sri Lanka, o seu país natal. Para que a entrada na Europa seja viável e ele possa ser aceite como exilado político, resolve formar uma família fictícia com uma jovem mulher e a uma menina de nove anos. São-lhes dados passaportes sob os nomes de Dheepan, Yalini e Illayaal (Jesuthasan Antonythasan, Kalieaswari Srinivasan e Claudine Vinasithamby, respectivamente). Depois de milhares de quilómetros de uma
viagem difícil, conseguem instalar-se numa zona periférica da cidade de Paris (França). Apesar de mais seguros do que no seu país de origem, estes três estranhos vão ter de enfrentar novas batalhas numa outra zona de conflito: a língua, a xenofobia e as dificuldades económicas são agora o inimigo a vencer.
Vencedora da Palma de Ouro no Festival de Cinema de Cannes, uma história dramática sobre emigração, com realização de Jacques Audiard – também responsável pelos multipremiados “De Tanto Bater o Meu Coração Parou” (2005), “Um Profeta” (2009) e “Ferrugem e Osso” (2012) –, segundo um argumento seu em parceria com Thomas Bidegain e Noé Debré.
Sessões semanais todos os Domingos às 16h00 e 21h30 no
Teatro Municipal de Vila do Conde.
Sócios: 6€/mês (acesso livre a todas as sessões)
Não Sócios: 4,5€/sessão
email: cineviladoconde@gmail.com
STALKER Domingo 11
URSS, 1979, Cores, 163 min.
Título original: Stalker // De: Andrey Tarkovsky // Com: Alexandre Kaidanovski, Anatoli Solonitsine, Nikolai Grinko // Género: Ficção Científica
O movimento é tudo, a busca é o que importa. O que se procura não é mais do que a Utopia que se esfuma quando nos abeiramos dela. Toda a busca está condenada ao fracasso. É o que parece dizer Tarkovski em “Stalker”, um dos seus filmes mais importantes, adaptado de uma novela dos irmãos Arcadi e Boris Strugatsky, uma ficção científica entre a parábola e a meditação filosófica. O “stalker” é o guia que leva o “viajante” pelos labirintos que conduzem à “zona”, onde se encontra a câmara de todos os desejos, e a viagem é a iniciação de cada um. Talvez a obra mais pessimista do autor de “Andrei Roublev”.
Título original: Stalker // De: Andrey Tarkovsky // Com: Alexandre Kaidanovski, Anatoli Solonitsine, Nikolai Grinko // Género: Ficção Científica
O movimento é tudo, a busca é o que importa. O que se procura não é mais do que a Utopia que se esfuma quando nos abeiramos dela. Toda a busca está condenada ao fracasso. É o que parece dizer Tarkovski em “Stalker”, um dos seus filmes mais importantes, adaptado de uma novela dos irmãos Arcadi e Boris Strugatsky, uma ficção científica entre a parábola e a meditação filosófica. O “stalker” é o guia que leva o “viajante” pelos labirintos que conduzem à “zona”, onde se encontra a câmara de todos os desejos, e a viagem é a iniciação de cada um. Talvez a obra mais pessimista do autor de “Andrei Roublev”.
O HOMEM DAS MULTIDÕES Domingo 18
PT, 2014, 95min
De: Cao Guimarães e Marcelo Gomes // Gênero: Drama // M//14
Belo Horizonte, Minas Gerais: duas estórias de solidão diferentes. Juvenal (Paulo André) , condutor de trem do metrô, enfrenta a impossibilidade de estar só. Para se sentir melhor, ele se mistura na grande multidão da cidade. Margô (Sílvia Lourenço), controladora de estação do metrô, não consegue se desprender das redes sociais, trocando o mundo real pelo mundo virtual.
De: Cao Guimarães e Marcelo Gomes // Gênero: Drama // M//14
Belo Horizonte, Minas Gerais: duas estórias de solidão diferentes. Juvenal (Paulo André) , condutor de trem do metrô, enfrenta a impossibilidade de estar só. Para se sentir melhor, ele se mistura na grande multidão da cidade. Margô (Sílvia Lourenço), controladora de estação do metrô, não consegue se desprender das redes sociais, trocando o mundo real pelo mundo virtual.
E AGORA INVADIMOS O QUÊ? Domingo 25
EUA, 2015, Cores, 120 min.
Título original: Where to Invade Next // De: Michael Moore // Género: Documentário //
Classificação: M/12
Com argumento e realização do polémico documentarista norte-americano Michael Moore (“Fahrenheit 9/11”, “Bowling for Columbine”), “E Agora Invadimos o Quê?” é um filme satírico que parte da seguinte premissa: comprometendo-se a representar os EUA na sua “guerra infinita”,
Moore transforma-se num invasor permanente. A partir de agora, seguirá pelo mundo, de bandeira em riste, em busca de legislações alternativas para alguns dos problemas “insolúveis” do seu próprio país. Para começar, resolve “invadir” países como Alemanha, França, Eslovénia, Noruega, Islândia, Itália ou Portugal, onde descobre fórmulas eficazes para questões de origem social ou económica – fórmulas essas que decide, mesmo à revelia, importar para os EUA. Na sua passagem por Portugal, por exemplo, Moore inspira-se na descriminalização, em 2001, da compra, posse e consumo de drogas.
JULHO 2016
Domingo, 3, Love is Strange - O AMOR É UMA COISA ESTRANHA, Ira Sachs, M/12, 94'
Domingo, 24, AXILAS, José Fonseca e Costa, M/16, 87'
Domingo, 24, AXILAS, José Fonseca e Costa, M/16, 87'
O ESPELHO Domingo 05
URSS, 1975, Cores e P/B, 108 min.
Título original: Zerkalo || De: Andrey Tarkovsky || Com: Alla Demidova, Ignat Daniltsev, Larisa Tarkovskaia, Margarita Terekhova || Género: Drama || Classificação: M/12
Um homem nos seus quarenta anos encontra-se moribundo. Na altura em que dá de caras com a sua própria morte, começa a recordar o seu passado: a infância durante a II Guerra Mundial, a mãe, o filho, a sua intimidade e tudo aquilo que o envolveu, como as grandes mudanças na sociedade soviética do pós-guerra. “O Espelho” é um intenso ensaio autobiográfico de Andrei Tarkovski, em que o realizador constrói um fantástico cruzamento de memórias privadas e públicas, íntimas e
colectivas, insignificantes e históricas, através de um jogo de “flashbacks”, sequências oníricas e documentários de época. Uma experiência quase fantasmagórica, em que Tarkovski pega no quotidiano e faz com que o espectador o sinta como algo surreal. O filme teve uma restrita distribuição na União Soviética e foi editado mais de vinte vezes antes de Tarkovski se ter dado por satisfeito com o resultado.
Título original: Zerkalo || De: Andrey Tarkovsky || Com: Alla Demidova, Ignat Daniltsev, Larisa Tarkovskaia, Margarita Terekhova || Género: Drama || Classificação: M/12
Um homem nos seus quarenta anos encontra-se moribundo. Na altura em que dá de caras com a sua própria morte, começa a recordar o seu passado: a infância durante a II Guerra Mundial, a mãe, o filho, a sua intimidade e tudo aquilo que o envolveu, como as grandes mudanças na sociedade soviética do pós-guerra. “O Espelho” é um intenso ensaio autobiográfico de Andrei Tarkovski, em que o realizador constrói um fantástico cruzamento de memórias privadas e públicas, íntimas e
colectivas, insignificantes e históricas, através de um jogo de “flashbacks”, sequências oníricas e documentários de época. Uma experiência quase fantasmagórica, em que Tarkovski pega no quotidiano e faz com que o espectador o sinta como algo surreal. O filme teve uma restrita distribuição na União Soviética e foi editado mais de vinte vezes antes de Tarkovski se ter dado por satisfeito com o resultado.
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