Sessões semanais todos os Domingos às 16h00 e 21h30 no
Teatro Municipal de Vila do Conde.
Sócios: 6€/mês (acesso livre a todas as sessões)
Não Sócios: 4,5€/sessão
email: cineviladoconde@gmail.com
MARÇO 2016
Domingo, 6, OS OITO ODIADOS, Quentin Tarantino, M/16, 168'
Domingo, 13, THE REVENANT:O RENASCIDO, Alejandro G.Iñárritu, M/12, 156'
Domingo 20, O GAROTO DE CHARLOT, Charles Chaplin, M/6, 68'
OS OITO ODIADOS Domingo 06
EUA, 2015, Cores, 168 min.
Wyoming (EUA), alguns anos após a Guerra Civil Americana (1861-1865). Oito estranhos encontram-se abrigados numa estalagem nas montanhas devido a uma terrível tempestade de neve. Aos poucos, os oito viajantes começam a descobrir os segredos sangrentos uns dos outros, levando a um confronto inevitável.
Oitava incursão em cinema de Quentin Tarantino (o aclamado realizador de“Cães Danados”, “Jackie Brown”, “Kill Bill - A Vingança (vol. 1 e 2)”, “Sacanas Sem Lei”, “Django Libertado”), um “western” sangrento protagonizado por Samuel L. Jackson, Kurt Russell, Channing Tatum, Jennifer Jason Leigh, Walton Goggins, Demián Bichir, Tim Roth, Michael Madsene e Bruce Dern, que reúne temas como a traição e a mentira, recorrentes no trabalho do realizador.
THE REVENANT:O RENASCIDO Domingo 13
EUA, 2015, Cores, 156 min.
Um drama biográfico realizado pelo oscarizado Alejandro González Iñárritu (“Amor Cão”, “21 Gramas”, “Biutiful”, “Babel”, “Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)”) que adapta a verdadeira história do norte-americano Hugh Glass, relatada na obra “The Revenant: A Novel of Revenge”, escrita por Michael Punke em 2002. Este filme está nomeado para 12 Óscares da Academia, com Alejandro G. Iñarritú, Leonardo DiCaprio e Tom Hardy candidatos à estatueta de Melhor Realizador, Actor e Actor Secundário, respectivamente.
O GAROTO DE CHARLOT Domingo 20
EUA, 1921, Preto e Branco, 68 min.
Realizada por Charlie Chaplin – que se inspira na miséria da sua própria infância –, uma comédia dramática sobre o amor que permanece uma das mais importantes referências cinematográficas de todos os tempos.
FEVEREIRO 2016
domingo, 7, MEDITERRANEA, Jonas Carpignano,M/12,107’
domingo, 14, 45 ANOS, Andrew Haigh, M/12, 91’
domingo, 21, CORAÇÃO DE CÃO, Laurie Anderson, M/12, 76’
domingo, 28, 16h00, - O PRINCIPEZINHO, Mark Osborne, M/6, 108’,
versão portuguesa *
* Sessão em parceria - sessão de abertura “ANIMAR 11”
21h45 - O OLHAR DO SILÊNCIO, Joshua Oppenheimer, M/16, 103’
MEDITERRÂNEA Domingo 07
EUA/ALE/Afeganistão/Qatar/ITA/FRA, 2015, Cores, 107 min.
Título original: Mediterranea // De: Jonas Carpignano // Com: Alassane Sy, Koudous Seihon, Francesco Papasergio // Género: Drama // Classificação: M/12
Depois de deixarem o Burkina Faso, os jovens Ayiva e Abas (Koudous Seihon e Alassane Sy, respectivamente) fazem uma longa viagem pelo deserto, atravessam o mar Mediterrâneo num pequeno barco e chegam à pequena cidade de Rosarno, em Itália. Cheios de sonhos e esperança
no futuro, ambos esperam poder encontrar um emprego que lhes permita viver e ajudar as famílias que deixaram para trás. Mas, ao contrário do que poderiam supor, o que os espera é um trabalho duríssimo nos laranjais italianos, péssimas condições de habitação e uma enorme hostilidade dos gangues e da comunidade local…
Apresentado no Festival de Cinema de Cannes, marca a estreia na realização da longa-metragem do italo-americano Jonas Carpignano, autor da curta “A Chjàna” (2011), vencedora do Prémio Controcampo Italiano para melhor curta-metragem no Festival Internacional de Veneza.
Título original: Mediterranea // De: Jonas Carpignano // Com: Alassane Sy, Koudous Seihon, Francesco Papasergio // Género: Drama // Classificação: M/12
Depois de deixarem o Burkina Faso, os jovens Ayiva e Abas (Koudous Seihon e Alassane Sy, respectivamente) fazem uma longa viagem pelo deserto, atravessam o mar Mediterrâneo num pequeno barco e chegam à pequena cidade de Rosarno, em Itália. Cheios de sonhos e esperança
no futuro, ambos esperam poder encontrar um emprego que lhes permita viver e ajudar as famílias que deixaram para trás. Mas, ao contrário do que poderiam supor, o que os espera é um trabalho duríssimo nos laranjais italianos, péssimas condições de habitação e uma enorme hostilidade dos gangues e da comunidade local…
Apresentado no Festival de Cinema de Cannes, marca a estreia na realização da longa-metragem do italo-americano Jonas Carpignano, autor da curta “A Chjàna” (2011), vencedora do Prémio Controcampo Italiano para melhor curta-metragem no Festival Internacional de Veneza.
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