DIN/FRA/NOR/SUE, 2014, Cores, 120 min.
Título original: Turist // De: Ruben Östlund // Com: Johannes Kuhnke, Lisa Loven Kongsli, Clara Wettergren // Género: Drama // Classificação: M/12
Para fugir à pressão do dia-a-dia, Tomas e Ebba vão passar uns dias de férias com os dois filhos numa estância de esqui nos Alpes franceses. Tudo lhes parece perfeito até serem surpreendidos por uma avalancha. No momento em que ela, em pânico, tenta proteger as crianças a qualquer custo, repara que Tomas fugiu para se salvar. Profundamente desiludida com a reacção do marido, e considerando que proteger a família devia ser algo instintivo, Ebba sente-se incapaz de perdoar
aquela atitude. Este incidente, de grande significado, vai corroer os laços entre cada um deles, alterando para sempre a dinâmica da família…
Um drama sobre confiança e solidariedade assinado pelo realizador sueco Ruben Ostlund, depois de “The Guitar Mongoloid” (2004), “Involuntary” (2008) e “Play” (2011).
Sessões semanais todos os Domingos às 16h00 e 21h30 no
Teatro Municipal de Vila do Conde.
Sócios: 6€/mês (acesso livre a todas as sessões)
Não Sócios: 4,5€/sessão
email: cineviladoconde@gmail.com
A RESPEITO DA VIOLÊNCIA Domingo 28
EUA/SUE/DIN/FIN, 2014, Cores, 78 min.
Título original: Concerning Violence // De: Göran Olsson // Género: Documentário //
Classificação: M/16
Imagens de arquivo sobre os movimentos independentistas africanos dos anos 1960-70 são conjugadas com escritos do filósofo e estudioso Frantz Fanon – “Os Condenados da Terra”, de 1961 – lidos pela cantora Lauryn Hill. O sueco Göran Hugo Olsson (que já assinara “The Black Power Mixtape 1967-1975”) constrói assim uma inquietante narrativa visual que proporciona um novo olhar sobre a História do continente (incluindo Angola e Moçambique), do colonialismo europeu e do racismo.
“A Respeito da Violência” é um documentário que nasce de um trabalho de “arqueologia” feito pelo realizador nos arquivos da televisão sueca. As reportagens dos conflitos surgem organizadas em “nove cenas de autodefesa anti-imperialista”. Entre outras distinções, o filme recebeu o Prémio Fairbindet no Festival de Berlim. Descubra as diferenças Ao falar dos conflitos de independência africanos dos anos 1970, Göran Hugo Olsson fala do que não mudou no mundo nos últimos 40
anos. e mais provas fossem necessárias do fervilhante laboratório formal em que o formato do documentário se tornou, aqui está o novo filme do sueco Göran Hugo Olsson para mostrar como é possível pegar nas imagens de época e nos arquivos noticiosos para os pôr a falar dos nossos dias.
Título original: Concerning Violence // De: Göran Olsson // Género: Documentário //
Classificação: M/16
Imagens de arquivo sobre os movimentos independentistas africanos dos anos 1960-70 são conjugadas com escritos do filósofo e estudioso Frantz Fanon – “Os Condenados da Terra”, de 1961 – lidos pela cantora Lauryn Hill. O sueco Göran Hugo Olsson (que já assinara “The Black Power Mixtape 1967-1975”) constrói assim uma inquietante narrativa visual que proporciona um novo olhar sobre a História do continente (incluindo Angola e Moçambique), do colonialismo europeu e do racismo.
“A Respeito da Violência” é um documentário que nasce de um trabalho de “arqueologia” feito pelo realizador nos arquivos da televisão sueca. As reportagens dos conflitos surgem organizadas em “nove cenas de autodefesa anti-imperialista”. Entre outras distinções, o filme recebeu o Prémio Fairbindet no Festival de Berlim. Descubra as diferenças Ao falar dos conflitos de independência africanos dos anos 1970, Göran Hugo Olsson fala do que não mudou no mundo nos últimos 40
anos. e mais provas fossem necessárias do fervilhante laboratório formal em que o formato do documentário se tornou, aqui está o novo filme do sueco Göran Hugo Olsson para mostrar como é possível pegar nas imagens de época e nos arquivos noticiosos para os pôr a falar dos nossos dias.
MAIO 2015
3_Domingo, ROMA, CIDADE ABERTA_Roberto Rossellini, M/12, 100'
10_Domingo, LEVIATÃ_Andrey Zvyagintsev, M/12, 140'
17_Domingo, O VELHO DO RESTELO_Manoel de Oliveira, M/12, 20'
+
VIAGEM EM ITÁLIA_Roberto Rossellini, M/12, 75'
24_Domingo, O PAÍS DAS MARAVILHAS_Alice Rohrwacher, M/12, 110'
31_Domingo, ÍNDIA_Roberto Rossellini, M/12, 95'
ROMA, CIDADE ABERTA Domingo 03
ITA, 1944, Cores, 100 min.
Título original: Roma, Citta Aperta // De: Roberto Rossellini // Com: Aldo Fabrizi, Anna Magnani, Henry Feist, Marcello Pagliero // Drama, Guerra
Quando Roberto Rosselini começou a rodar “Roma, Cidade Aberta”, os Aliados tinham acabado de expulsar os nazis da cidade de Roma, perto do final da II Guerra Mundial. Considerado como uma das suas melhores obras, o filme que Rosselini filmou em pequenas partes de película danificada ajudou a definir o neorealismo italiano. A história é narrada num estilo semi-documental, usando cenários reais, e envolve membros da resistência italiana em plena acção contra a ocupação nazi. Giorgio Manfredi (Marcello Pagliero), líder da Resistência italiana, é descoberto pelos nazis. Procura ajuda em casa do amigo Francesco (Francesco Grandjacquet), mas é a noiva Pina (Anna Magnani) que o vai ajudar, avisando o padre Don Pietro Pellegrini (Aldo Fabrizi) que Giorgio tem de deixar a cidade imediatamente. Anna Magnani tornou-se uma estrela de cinema internacional com esta interpretação de uma mulher grávida e solteira que é apanhada pelos acontecimentos no dia do seu casamento. “Roma, Cidade Aberta” recebeu o Grande Prémio do Festival de Cannes de 1946. Sergio Amidei e Federico Fellini foram nomeados para o Óscar de melhor argumento de 1947.
Título original: Roma, Citta Aperta // De: Roberto Rossellini // Com: Aldo Fabrizi, Anna Magnani, Henry Feist, Marcello Pagliero // Drama, Guerra
Quando Roberto Rosselini começou a rodar “Roma, Cidade Aberta”, os Aliados tinham acabado de expulsar os nazis da cidade de Roma, perto do final da II Guerra Mundial. Considerado como uma das suas melhores obras, o filme que Rosselini filmou em pequenas partes de película danificada ajudou a definir o neorealismo italiano. A história é narrada num estilo semi-documental, usando cenários reais, e envolve membros da resistência italiana em plena acção contra a ocupação nazi. Giorgio Manfredi (Marcello Pagliero), líder da Resistência italiana, é descoberto pelos nazis. Procura ajuda em casa do amigo Francesco (Francesco Grandjacquet), mas é a noiva Pina (Anna Magnani) que o vai ajudar, avisando o padre Don Pietro Pellegrini (Aldo Fabrizi) que Giorgio tem de deixar a cidade imediatamente. Anna Magnani tornou-se uma estrela de cinema internacional com esta interpretação de uma mulher grávida e solteira que é apanhada pelos acontecimentos no dia do seu casamento. “Roma, Cidade Aberta” recebeu o Grande Prémio do Festival de Cannes de 1946. Sergio Amidei e Federico Fellini foram nomeados para o Óscar de melhor argumento de 1947.
LEVIATÃ Domingo 10
RUS, 2014, Cores, 140 min.
Título original: Leviafan // De: Andrey Zvyagintsev // Com: Aleksey Serebryakov, Elena Lyadova, Roman Madyanov // Drama // Classificação: M/12
Numa pequena cidade costeira no Mar de Barents (Oceano Glacial Árctico), Kolya leva uma existência tranquila ao lado de Lilya, a mulher, e Romka, o filho adolescente. Mas as suas vidas alteram-se quando Vadim Sergeyich, o presidente da Câmara, se mostra interessado em apropriar-se do terreno onde está situada a casa da família e a garagem onde exploram um negócio de reparações. Quando percebe que não o conseguirá por meios legais, Sergeyich usa as suas influências partidárias para corromper todos à sua volta. Para tentar salvar tudo o que construiu e recuperar a sua vida, Kolya resolve pedir ajuda a Dmitriy, um amigo de longa data que se tornou um advogado de sucesso em Moscovo. Juntos, estão determinados a ir até às últimas consequências para provar a índole corrupta do homem em quem cidade depositou toda a confiança…
Vencedor do Prémio de Melhor Argumento no Festival de Cinema de Cannes, um filme dramático sobre corrupção e abuso de poder, que conta com assinatura do russo Andrey Zvyagintsev (“O Regresso”, “Elena”). “Leviatã” foi ainda premiado com um Globo de Ouro para Melhor Filme Estrangeiro e nomeado para um Óscar na mesma categoria.
Título original: Leviafan // De: Andrey Zvyagintsev // Com: Aleksey Serebryakov, Elena Lyadova, Roman Madyanov // Drama // Classificação: M/12
Numa pequena cidade costeira no Mar de Barents (Oceano Glacial Árctico), Kolya leva uma existência tranquila ao lado de Lilya, a mulher, e Romka, o filho adolescente. Mas as suas vidas alteram-se quando Vadim Sergeyich, o presidente da Câmara, se mostra interessado em apropriar-se do terreno onde está situada a casa da família e a garagem onde exploram um negócio de reparações. Quando percebe que não o conseguirá por meios legais, Sergeyich usa as suas influências partidárias para corromper todos à sua volta. Para tentar salvar tudo o que construiu e recuperar a sua vida, Kolya resolve pedir ajuda a Dmitriy, um amigo de longa data que se tornou um advogado de sucesso em Moscovo. Juntos, estão determinados a ir até às últimas consequências para provar a índole corrupta do homem em quem cidade depositou toda a confiança…
Vencedor do Prémio de Melhor Argumento no Festival de Cinema de Cannes, um filme dramático sobre corrupção e abuso de poder, que conta com assinatura do russo Andrey Zvyagintsev (“O Regresso”, “Elena”). “Leviatã” foi ainda premiado com um Globo de Ouro para Melhor Filme Estrangeiro e nomeado para um Óscar na mesma categoria.
O VELHO DO RESTELO + VIAGEM EM ITÁLIA Domingo 17
O VELHO DO RESTELO + VIAGEM EM ITÁLIA
O VELHO DO RESTELO
POR, 2014, Cores
Título original: O Velho do Restelo // De: Manoel de Oliveira // Com: Mário Barroso, Júlia Buisel, Luís Miguel Cintra, Ricardo Trêpa, Diogo Dória // Drama // Classificação: M/12
Estreado mundialmente no prestigiado Festival de Cinema de Veneza, em Setembro de 2014, “O Velho do Restelo” chega às salas portuguesas no exacto dia do 106.º aniversário do nascimento de Manoel de Oliveira. Como refere a produtora O Som e a Fúria, neste filme, o realizador “reúne, num banco do século XXI, Dom Quixote, o poeta Luís Vaz de Camões e os escritores Teixeira de Pascoaes e Camilo Castelo Branco. Juntos, levados pelos movimentos telúricos do pensamento, eles deambulam entre o passado e o presente, derrotas e glórias, vacuidade e alienação, em busca da inacessível estrela”.
VIAGEM EM ITÁLIA
1953, Preto e Branco, 79 min
Viagem em Itália // De: Roberto Rossellini // Drama // Classificacão: M/12
Para Jacques Rivette é o filme “que abre uma brecha pela qual todo o cinema moderno deve, obrigatoriamente, passar”. Em “Viaggio in Italia”, Rossellini afasta-se definitivamente dos cânones do neo-realismo italiano, confirmando que, enquanto cineasta, o seu percurso transcendia todos e quaisquer “movimentos” e “escolas”.
O VELHO DO RESTELO
POR, 2014, Cores
Título original: O Velho do Restelo // De: Manoel de Oliveira // Com: Mário Barroso, Júlia Buisel, Luís Miguel Cintra, Ricardo Trêpa, Diogo Dória // Drama // Classificação: M/12
Estreado mundialmente no prestigiado Festival de Cinema de Veneza, em Setembro de 2014, “O Velho do Restelo” chega às salas portuguesas no exacto dia do 106.º aniversário do nascimento de Manoel de Oliveira. Como refere a produtora O Som e a Fúria, neste filme, o realizador “reúne, num banco do século XXI, Dom Quixote, o poeta Luís Vaz de Camões e os escritores Teixeira de Pascoaes e Camilo Castelo Branco. Juntos, levados pelos movimentos telúricos do pensamento, eles deambulam entre o passado e o presente, derrotas e glórias, vacuidade e alienação, em busca da inacessível estrela”.
VIAGEM EM ITÁLIA
1953, Preto e Branco, 79 min
Viagem em Itália // De: Roberto Rossellini // Drama // Classificacão: M/12
Para Jacques Rivette é o filme “que abre uma brecha pela qual todo o cinema moderno deve, obrigatoriamente, passar”. Em “Viaggio in Italia”, Rossellini afasta-se definitivamente dos cânones do neo-realismo italiano, confirmando que, enquanto cineasta, o seu percurso transcendia todos e quaisquer “movimentos” e “escolas”.
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